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Na mídia · A Gazeta do Amapá — Coluna · 4 de julho de 2026

DTM e postura: o tratamento da mandíbula passa pela coluna cervical

Em coluna na A Gazeta do Amapá, o Dr. Laércio Lima — com participação do Dr. Fábio Lins, CEO da Affia Saúde — explica por que tratar a mandíbula isoladamente é insuficiente: a postura da cabeça e a coluna cervical fazem parte do problema e, por isso, também fazem parte da solução.

A cabeça humana pesa cerca de 5 quilos. Enquanto ela está alinhada sobre a coluna, esse peso é bem distribuído. Mas horas de celular e computador projetam a cabeça para frente — e, como descreve a coluna publicada na A Gazeta do Amapá, "a sobrecarga na região cervical aumenta drasticamente".

Essa alteração postural não fica restrita ao pescoço: ela muda a posição de repouso da mandíbula, comprime a Articulação Temporomandibular (ATM) e ainda reduz o espaço das vias aéreas. É por isso que tantos pacientes com DTM também relatam dor cervical, tensão nos ombros e sono ruim — os sistemas estão mecanicamente conectados.

A crítica ao tratamento isolado

O artigo questiona a abordagem tradicional que enxerga a mandíbula como um problema exclusivamente odontológico, resolvido apenas com placas de proteção dental. Quando a causa postural permanece, a placa vira paliativo: alivia, mas não corrige. O paciente entra num ciclo de retornos sem solução definitiva.

Três disciplinas, um tratamento

A proposta apresentada na coluna — que estrutura o Método Consciente — integra três frentes de trabalho:

  • Quiropraxia: corrige as subluxações vertebrais, devolvendo o alinhamento da coluna que sustenta a cabeça;
  • Fisioterapia: promove a liberação miofascial, desfazendo as tensões acumuladas na musculatura do pescoço e da face;
  • Odontologia especializada e ortodontia: reposiciona tridimensionalmente a mandíbula, estabilizando a mordida na nova postura corrigida.

Como resume a citação central do artigo: "Quando a fisioterapia, a quiropraxia e a odontologia especializada unem forças, o paciente deixa de ser refém de tratamentos paliativos".

O que isso muda para o paciente

Para quem convive com dor na mandíbula, dores de cabeça e tensão cervical, a mensagem prática é clara: se os tratamentos anteriores olharam só para a boca, pode estar faltando a metade postural da equação. O diagnóstico deve avaliar o conjunto cabeça-pescoço-mandíbula — e o plano de tratamento deve integrar as especialidades necessárias para corrigir a causa, não apenas silenciar o sintoma.

Dor na mandíbula acompanhada de tensão no pescoço?

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Sobre esta publicação

Esta página resume e comenta a coluna publicada na A Gazeta do Amapá em 4 de julho de 2026, assinada pelo Dr. Laércio Lima — CRO-AP 763, Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CTBMF), Especialista em DTM e Dor Orofacial pelo MEC e Professor de Pós-graduação em Implantodontia do Instituto Br Clin — com participação do Dr. Fábio Lins, CEO da Affia Saúde. Leia a coluna original.