A cirurgia de ATM é exceção. A grande maioria das DTM se resolve sem cirurgia, com tratamento conservador — placa, laser, exercícios, controle do apertamento. A cirurgia é considerada apenas em alterações estruturais graves, como anquilose, tumores, fraturas e degeneração avançada, ou quando procedimentos menos invasivos falharam. A indicação é criteriosa e feita por cirurgião bucomaxilofacial.
A lógica do menos ao mais invasivo
O Método Consciente segue uma escada terapêutica: começa sempre pelo conservador e só avança se necessário. A cirurgia está no topo dessa escada, depois de infiltração e artrocentese — recursos minimamente invasivos que resolvem a maioria dos casos articulares.
Recebeu indicação de cirurgia e ficou em dúvida?
Uma avaliação criteriosa esclarece se ela é mesmo necessária. Agende com o especialista em Macapá, Santana ou Chaves.
Quando a cirurgia é considerada
- Anquilose — fusão da articulação que impede o movimento;
- Tumores e cistos na região articular;
- Fraturas e traumas com dano estrutural;
- Degeneração articular avançada incapacitante;
- Deslocamento de disco que não respondeu a nada mais.
Desconfie de indicação cirúrgica precoce, sem antes esgotar o tratamento conservador. A segunda opinião com um especialista em DTM e cirurgia bucomaxilofacial é sempre válida.
Perguntas rápidas
Toda DTM precisa de cirurgia?
Não. A grande maioria é resolvida sem cirurgia. A cirurgia é exceção, para poucos casos específicos.
Quando é indicada?
Em alterações estruturais graves — anquilose, tumores, fraturas, degeneração avançada — ou quando o restante falhou, sempre com indicação criteriosa.
Tem riscos?
Como toda cirurgia, sim. Por isso a indicação é criteriosa e só após esgotar o conservador. O especialista discute riscos e alternativas.
