A DTM tem códigos na CID (Classificação Internacional de Doenças). Na CID-10, o mais usado é o K07.6 — Transtornos da articulação temporomandibular (que inclui a síndrome de Costen e a disfunção da ATM). Códigos como M26 (anomalias dentofaciais) e outros podem ser aplicados conforme o caso. Na CID-11, a classificação foi atualizada. O código é definido pelo profissional segundo o diagnóstico.
O CID aparece em atestados, laudos e pedidos de benefício. Saber que a DTM tem um código próprio ajuda a entender que se trata de uma condição reconhecida — e a organizar a documentação quando necessário.
DTM na CID-10
- K07.6 — Transtornos da articulação temporomandibular (o mais comum para DTM);
- M26 — Anomalias dentofaciais, incluindo alterações de mordida, em casos selecionados;
- Outros códigos podem se somar conforme sintomas associados (dor facial, cefaleia).
Para que serve o CID
- Documentar o diagnóstico em atestados e laudos;
- Fundamentar afastamentos e benefícios;
- Padronizar registros em saúde.
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O especialista define o código conforme o seu caso. Agende em Macapá, Santana ou Chaves.
Quem define o código
O CID é atribuído pelo profissional que avalia, com base no diagnóstico clínico. Não é o paciente que escolhe, nem se aplica automaticamente — depende do quadro real, incluindo o tipo de DTM e os sintomas associados.
A CID-11, mais recente, reorganizou a classificação das dores orofaciais e da DTM. Na prática brasileira, muitos registros ainda usam a CID-10 (K07.6).
Perguntas rápidas
Qual o CID da DTM?
Na CID-10, o mais usado é o K07.6 (transtornos da ATM). Outros códigos podem se aplicar conforme o caso.
O CID da DTM serve para afastamento?
Sim, o código documenta o diagnóstico em atestados e laudos, que podem fundamentar afastamentos, avaliados pela perícia.
Quem define o CID?
O profissional que avalia, com base no diagnóstico clínico — não o paciente.
